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Nota de Esclarecimento

Em relação à matéria: "Policiais Militares driblam a Constituição para pressionar o Governo", publicada no jornal Correio Braziliense desta quarta-feira (29/01), a Associação dos Oficiais da Polícia Militar do Distrito Federal (Asof/DF) esclarece que não apoia nenhuma ação que venha a atrapalhar ou retardar o trabalho da Polícia Militar junto à sociedade.

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Nota a Impresa - sobre a tartaruga

Em relação à operação tartaruga, deflagrada por alguns policiais militares em Brasília, a Associação dos Oficiais da Polícia Militar do Distrito Federal (Asof) vem a público declarar que sempre foi contra qualquer movimento que atrapalhe o desenvolvimento do trabalho da Polícia Militar, comprometendo a segurança da sociedade.

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NOTA DE ESCLARECIMENTO

Em relação à mensagem encaminhada pelo Governador do Distrito Federal ao Presidente da República, datada de 24 de outubro de 2016, versando sobre alterações Lei 12.086/2009, cumpre esclarecer o seguinte:

1. Por intermédio do Fórum de Associações de Oficiais e Praças da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, a ASOF, sem sucesso, tenta se reunir com o Governador do Distrito Federal, em especial, para tratar da questão remuneratória;

2. A despeito, não houve qualquer reunião e/ou tratativa do governo com esta associação a fim de deliberar sobre o assunto constante na mensagem supra;

3. Em virtude do significativo investimento no projeto policial do futuro, pelo qual cerca de 5 mil policiais militares que ainda não possuíam curso de nível superior graduaram-se na área de segurança pública, corroborado pelo elatério de 5 (cinco) anos de transição,  a ASOF posiciona-se abertamente pela prevalência do mérito intelectual para ascensão ao oficialato por parte dos policiais militares originários da carreira de praça;

4. Ainda, a ASOF não é radicalmente contra o objeto da mensagem encaminhada pelo governador, mas ao se respaldar no apoio das associações, possivelmente em decorrência do plano de carreira elaborado no âmbito da PMDF no ano de 2014, entendemos que faltou clareza ao expediente e o encaminhamento integral do aludido plano e não de trecho seletivo que na prática não contempla as reais necessidades dos Oficiais e policiais militares do Distrito Federal como um todo;

5. A título ilustrativo, citamos a promoção com independência de vaga (conforme consta no plano de carreira em comento) e/ou, minimamente, a redução automática de interstício quando da existência de vaga.

Brasília/DF, em 14 de novembro de 2016.

ASOF

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NOTA EM REPUDIO AO TEXTO EXARADO PELA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DA CLDF

Ao analisarmos o Nota da Comissão de Direitos Humanos da CLDF, não poderíamos nos furtar a algumas considerações:

1- Será que os nobres parlamentares não acompanharam pela mídia os fatos e atos que se deram no gramado central da Esplanada nos Ministérios, por ocasião ao ataque proporcionado por silvícolas ao Congresso Nacional?
2- Será que o nobre subscritor da Nota já não viu as Instituições de Segurança Pública do Distrito Federal agirem da mesma forma em outros momentos onde a direção do GDF E CÂMARA FEDERAL encontravam-se sob a égide de políticos filiados à partidos sob a mesma denominação daqueles que hoje estranham as legítimas atitudes de Estado?
3- Será que um servidor do estado, no seu estrito dever legal de manter a ordem, pode vir a ser afrontado por armas letais, sem que haja uma reação dentro dos princípios legais?
4- Os integrantes da Polícia Militar do DF são membros da mesma sociedade que todos os demais brasileiros fazem parte e portanto merecem respeito para com suas ações, pois todas, são embasadas em preceitos legais e em respeito ao cidadão!

ASOF

 

 

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